LIVRE DAS RUGAS NO PESCOÇO

TODAMULHER QUER FICAR LIVRE DAS RUGAS NO PESCOÇO

Todas nós nos preocupamos muito com o rosto. Quais cremes passar, como lavar, como cuidar, mas acabamos esquecendo de uma parte muito importante e que também exige cuidado: o pescoço.

Sinais de idade surgem com o tempo. O envelhecimento da pele do pescoço é um dos casos mais comuns. Mas ninguém quer que as rugas apareçam e, para isso, alguns cuidados são necessários.
Não há regras para quando começar a se preocupar com o envelhecimento da região. Porém, usar filtro protetor solar desde a infância já é uma grande medida, por exemplo.
Além do uso de filtro solar, muita hidratação e ter uma boa alimentação são essenciais para manter uma boa pele.
O surgimento das rugas de envelhecimento dependerá da maneira como sua vida foi conduzida em termos de estilo de vida e exposição solar. Além claro, da genética e da pigmentação da pele (clara, morena, mulata ou negra).
Mulheres relativamente jovens têm apresentado marcas nessa área devido ao estilo de vida inadequado, alimentação errada, estresse e falta de cuidados com a pele.
Para resolver temporariamente a flacidez nesta área existe uma técnica chamada de Nerfertiti Lifit - uma referência à rainha egípcia Nefertiti, considerada com traços perfeitos. Ela suaviza as pregas do pescoço e a região logo abaixo da mandíbula se eleva.
Ana Paula Meski, dermatologista do departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologista (SBD), explica que a aplicação é apenas indicada quando a mulher tem pouca flacidez e gordura localizada, geralmente o próprio profissional a que recomenda. “Utilizo em mulheres entre 40 e 50 anos, cuja região não está muito comprometida a ponto de recorrer à cirurgia plástica”, comenta.
A aplicação, realizada no próprio consultório, faz com que o músculo relaxe, assim a pele que recobre a área fica mais lisa e a papada diminui. Conforme a dermatologista, a aplicação é feita em quatro horas com a paciente deitada e o efeito começa a aparecer em 48 horas. “Só após 15 dias que ele é completo", acrescenta.
"Assim como todos os procedimentos com a toxina butolínica, o profissional não pode usar a técnica em mulheres grávidas ou em período de amamentação. A contra-indicação vale também para pessoas com doenças neuromusculares e sensibilidade à toxina butolínica ou mesmo quem está tomando certos medicamentos”. Segundo a dermatologista, a técnica só é realizada com intervalos de seis meses. O valor médio gira em torno de 1200 a 1500 reais.

Fonte: vilamulher.terra.com.br, clipping www.todamulher.com.br